O quarto era pequeno pouca mobília. Td muito simples, um pouco antigo . Lembrava aqueles quartos de hotel no Brooklin em nova York. Um ambiente sem graça, como que se fosse feito para quem pretendia apenas ficar por um tempo e depois se mudar para outro lugar. Lençóis já desgastados, porém limpos e perfumado.
O armário de apenas duas portas ficava ao lado direto da cama. O espaço era suficiente para abrir aporta do armário. Do outro lado uma mesa de cabeceira e aos pés da cama um armário de parede onde o nicho denunciava o gosto por livros e perfumes.
O móvel maior ocupava quase todo o ambiente. Sim, a cama .
Neste dia ele entrou e se deitou de bruços.
Ela pretendia ainda continua a conversa que estavam tendo na lanchonete e por todo o caminho.
Se tinha uma coisa que ela gostava era de conversar.
Soraia era sempre agitada , sorridente e adorava tecer longas conversas. Se fossem regadas a vinho eram basicamente sem fim.
Nesta noite ele pediu.
Vem cá, deita aqui.
Como quem diz , não fala mais nada. Antônio era mais quieto, muitas vezes mais ouvia do que falava.
Tinha a barba cheia no cavanhaque e depois raleava até chegar na costeleta. O cabelo castanho cortado a máquina. Os olhos vividos , cílios longos, o que fazia com que ele tivesse um brilho a mais no olhar. Sobrancelha farta e nariz típico dos árabes
Soraia adorava o nariz dele, ficava por muitas vezes olhando admirando, olhos, nariz e sobrancelha.
Atendendo ao pedido de Antônio ela se deitou feito um gato buscando aconchego.
Ele a abraçou e puxou para ainda mais perto.
O perfume que ele usava era amadeirado, intenso e elegante.
Ela encostou o rosto para sentir o perfume.
Antônio virou e beijou seu rosto depois os lábios. Ele era sempre carinhoso, com um ar mais romântico.
Ela retribuía, mordida seus lábios e fugia provocando o desejo de Antônio, que a trazia para ainda mais perto a beijava com voracidade.
As mão que acariciavam os corpos. Por dentro um calor.
A distância trazia calmaria mas tbm saudades.
Antônio puxou a camiseta de Soraia deixando a barriga e os seios a mostra , beijo a barriga docemente.
Ah mas ele sabia que o que gostava era que beijasse e mordesse as costas. Então ele a vira de bruços de surpresa. Ela ri.
Os beijos na altura da cintura. Logo Antônio abre o feixe da langeri e continua percorrendo cada centímetro com seus beijos úmidos . Ele sabia e como sabia que isso causa nela outra umidade.
Retirou a camiseta e chegou ao ponto de vulnerabilidade a nuca.
Beijos, leves mordidas e a textura da barba, faziam Soraia se arrepiar.
Seu corpo se movimentava de forma sinuosa, desejosa seu quadril provocava Antônio.
Juntos tiram a calça de moletom que ela usava. Ela fica deitada de bruços esperando que ele volte continue por cima e beijando sua nuca. Enquanto ele tira a própria roupa admira suas curvas...
Voltou e continuou de onde parou.
Logo depois os corpos ficaram largados lado a lado , ofegantes e corações acelerados.
Soraia busca mão de Antônio e a acaricia suavemente, olhando esse movimento ela sente uma alegria e Td o que queria era o aconchego dos braços de Antônio. Já havia se passado algumas semanas desde o último encontro.
Ela não queria um relacionamento sério, dizia ter desistido dessa chatice.
No fundo era medo de mais uma vez se decepcionar e ter os sonhos quebrados como um prato em festa grega. Juntar os pedaços da muito trabalho. Preferia então estar livre e distante para garantir que estaria protegida.
Naquela noite Soraia só queria se sentir protegida nos braços de Antônio. Então ela busca o braço que estava ali estirado . Deita sua cabeça no braço ficando de costas para Antônio. Ele automaticamente se vira e se encaixa para abraçar e acariciar.
Os encontros eram especiais e intensos. Ficavam longe passavam dias sem se falar. Cada um focado em sua própria vida . Mas a saudade era um fato....
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